Segunda-feira, 18 de Agosto de 2008

Ciclovia ao longo do Mondego

Parque patrimonial na forja
Ciclovia ao longo do Mondego


A concretização da ‘ciclovia das descobertas’ deverá avançar em 2009 e ser a primeira iniciativa do futuro Parque Patrimonial do Mondego.(…) O parque patrimonial, que poderá ter gestão intermunicipal, visa a revitalização e valorização da paisagem cultural ribeirinha entre o Porto da Raiva, em Penacova, e a foz do rio Mondego, na Figueira da Foz, abrangendo 281,93 quilómetros quadrados.

 

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 http://www.correiomanha.pt/noticia.aspx?contentid=E6DF6635-35DC-4BCE-A28D-3352D21FEACB&channelid=00000010-0000-0000-0000-000000000010

 

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Segunda-feira, 21 de Julho de 2008

Parque Patrimonial do Mondego/Documentário na ExpoSaragoça

Um documentário com testemunhos de vida ligados ao rio Mondego, do barqueiro mais antigo ainda vivo às lavadeiras,

pescadores e pastores, estreia a 14 de Agosto na Exposição Mundial de Saragoça, Espanha, disse o realizador Tiago Pereira.

“O Mondego é um rio particularmente rico na vivência das pessoas, que passaram a vida toda a viver do rio”, disse à agência Lusa Tiago Pereira, autor do documentário “Coimbra – Mondego Oral”, actualmente em rodagem.
Dos testemunhos já recolhidos, o realizador revela um “raro de encontrar” de um homem de 92 anos “que foi barqueiro toda a vida” em Rebordosa, aldeia do concelho de Penacova.
Histórias de quando o rio, junto à Figueira da Foz, “metia medo, com ondas de metro e meio”, obrigando o barqueiro a cuidados redobrados com a carga que transportava, molhos de carqueja, erva medicinal e aromática, utilizada na culinária.
Outro testemunho já recolhido por Tiago Pereira é o de uma idosa que tinha a ocupação de “vigia do rio”, prevenindo as populações da subida das águas do Mondego.
“Gritava e alertava. Era uma espécie de farol humano”, ilustra.
Segundo o realizador, as dificuldades inerentes à recolha de testemunhos prendem-se, nomeadamente, com a maior ou menor abertura dos habitantes em colaborarem e também à descoberta de “histórias diferentes”, por entre relatos muito idênticos, bem como com "o calor insuportável".
“Às vezes é difícil chegar às pessoas. Em Trás-os-Montes [onde filmou o documentário "Onze Burros Caem no Estômago Vazio", premiado internacionalmente] abrem logo as portas, dão-nos de comer e beber, aqui são mais reservadas”, sustenta.
A reacção tem sido diferente no próprio percurso do rio, “mais fechada entre Coimbra e a Figueira da Foz”, e, pelo contrário “muito aberta” na zona de Penacova.
“Conforme se sobe o rio, de Coimbra até Porto da Raiva, as pessoas são mais dadas e as histórias de uma riqueza muito grande. Ali o rio era tudo, tudo vinha do rio”, afirma.
A recolha de material para o documentário vai continuar na zona de Carregal do Sal (Viseu) e em aldeias da Serra da Estrela e a estreia mundial está agendada para 14 de Agosto no Pavilhão de Portugal da Expo 2008, em Saragoça, no primeiro dos três dias dedicados à região Centro.
O trabalho de Tiago Pereira está a ser produzido no âmbito do projecto do Parque Patrimonial do Mondego (PPM), que visa o aproveitamento e revitalização da paisagem cultural ribeirinha compreendida entre o Porto da Raiva, a montante de Penacova, e a foz do rio na Figueira da Foz, passando por Coimbra. 

“Há também interesse em incluir no documentário filmes ou gravações áudio antigas” sobre as várias actividades ligadas à bacia hidrográfica do Mondego, disse, por seu turno, Nuno Martins, coordenador do PPM.
O projecto do Parque Patrimonial do Mondego propõe a criação de roteiros com fins pedagógicos, lúdicos e turísticos em torno das actividades ligadas ao rio, desde agrícolas à gastronomia e música. 20-07-2008


Fonte: Alerta Google / http://www.ofigueirense.com/gestor_noticias/noticias.php?id=1592

FOTO: Rancho Típico de Miro

 

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Quarta-feira, 2 de Abril de 2008

Da Raiva até à Foz...

Mondego: Parque Patrimonial pretende revitalizar a paisagem ribeirinha em quase 80 quilómetros

 

 

O delegado regional da Cultura de Coimbra, Pedro Pita, considerou "atractivo" o projecto do Parque Patrimonial do Mondego, apresentado hoje na cidade, que pretende revitalizar a paisagem ribeirinha entre os Concelhos de Penacova e Figueira da Foz. tamanho da letra ajuda áudio enviar artigo imprimir Na apresentação do projecto, Pedro Pita, afirmou que o Rio Mondego é o "elemento verdadeiramente estruturante do projecto", que poderá dar origem a "um mapa dinâmico, estruturado por múltiplos circuitos e ancorado numa determinada concepção de natureza e de história". O Parque Patrimonial do Mondego pretende "renascer a paisagem cultural do Rio Mondego", ao longo ao longo das margens, entre o Porto da Raiva (Penacova) e a Foz do Mondego, na Figueira da Foz, atravessando ainda os Concelhos de Coimbra e Montemor-o-Velho numa extensão entre 70 a 80 quilómetros. Inspirado num modelo italiano de desenvolvimento turístico, o projecto visa reconstruir a narrativa histórico-cultural das antigas rotas comerciais fluviais e terrestres da Figueira da Foz para o interior, agregando as paisagens montanhosas, urbanas e o aluvião de todo o Baixo Mondego. A filosofia de várias experiências internacionais de integração simbiótica do turismo no espaço rural e ambiental poderão ser modelos inspiradores para o futuro parque patrimonial do Rio Mondego. A experiência lançada em Itália em 1998, e que hoje conta com 40 associados, foi apresentada por um dos dinamizadores do projecto, Ângelo Zaroli, especialista em marketing e turismo, durante a conferência internacional "Turismo Sustentável, Desenvolvimento Local e o Parque Patrimonial do Mondego", que decorreu esta tarde. Segundo Nuno Martins, coordenador do projecto, o Rio Mondego será a "matriz geográfica e cultural que explica o núcleo genético e a identidade do território", onde será possível ligar recursos através de elementos patrimoniais, centros de investigação da biodiversidade e ambiental, museus, actividades de lazer, comércio e roteiros pedagógicos. O Parque Patrimonial do Mondego pretende ser uma "fábrica identitária", ao mesmo tempo que é uma "infra-estrutura cultural e de lazer, adaptável aos visitantes", alicerçada nos recursos endógenos e na integração de outros projectos. Uma das iniciativas passa pela criação de uma ciclovia entre Porto da Raiva e a Figueira da Foz, adaptada aos "vários ritmos", ligando uma "série de pontos de interesse e promovendo a requalificação ambiental". O objectivo é que os turistas interajam com os habitantes locais, consumam os produtos típicos gerados nos diversos locais e usufruam de roteiros criados em função do "momento histórico em que sugiram". Para o delegado regional da Cultura de Coimbra, Pedro Pita, "não se trata simplesmente de construir um mapa onde há múltiplos pontos de interesse, trata-se de integrar, criar e dar origem a um mapa dinâmico estruturado". O projecto foi ainda elogiado pelo presidente da Federação Internacional de Operadores Turísticos, Martin Brackenbury, que salientou os aspectos positivos ao nível ecológico, cultural e económico.

 

© 2008 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A. 2008-04-01 21:45:01

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Sexta-feira, 28 de Março de 2008

De novo se fala no " Parque Patrimonial do Mondego"

Parque Patrimonial do Mondego apresentado a 1 de Abril

A recuperação da envolvente do Mondego, numa extensão de quase 80 quilómetros e numa vertentes patrimonial que vai do edificado ao ecológico e histórico, será apresentada a 1 de Abril.

 A narrativa histórico-cultural das antigas rotas comerciais fluviais entre o Porto da Raiva, Penacova, e a Figueira da Foz está a ser reconstruída, através do Parque Patrimonial do Mondego. O projecto, coordenado pelo arquitecto Nuno Martins e com apresentação pública marcada para 1 de Abril na Quinta das Lágrimas, visa a revalorização e revitalização da paisagem cultural do Mondego.

Em foco está o uso dado ao rio e às suas margens numa extensão entre 70 e 80 quilómetros, ao longo dos séculos, numa narrativa que inclui também edifícios, património ambiental e ecológico, tradições, arte, dança e música. Ou seja, o Parque Patrimonial do Mondego recorda, por exemplo, o comércio que, durante séculos, se fazia pelo rio, utilizando a barca serrana, a actividade das lavadeiras, entre outras memórias.

Tendo o rio como fio condutor, o objectivo é que o parque se afirme como a plataforma que agregue todas as histórias, quer através da criação de roteiros temáticos, quer através de centros de interpretação para visitantes. Num percurso com vários edifícios de antigas quintas com uma arquitectura tradicional, é também intenção da equipa do projecto criar o Museu do Mondego, que, à partida, poderá instalar-se num antigo convento, situado no nó das Lajes, actualmente abandonado.

A anteceder a apresentação pública na Quinta das Lágrimas, agendada para as 18h00 do dia 1 de Abril, está prevista para o dia 31 de Março uma visita ao Parque Territorial do Mondego. Com saída de Penacova, o itinerário prevê passagens pela Universidade de Coimbra, Centro de Alto Rendimento de Montemor-o-Velho, salina “Corredor da Cobra” e Eco-Museu do Sal da Figueira da Foz. No regresso a Montemor, onde será servido o jantar, haverá uma paragem no Paço de Maiorca, seguindo-se uma recepção na Câmara Municipal e visitas ao centro histórico e castelo.

A viagem continua no dia seguinte em Coimbra, iniciando-se com encontros informais com estudantes de Turismo da Escola Superior de Educação de Coimbra e estudantes de Eco-Turismo da Escola Superior Agrária de Coimbra.

Antes do almoço, a bordo do Basófias, a comitiva visita o Pavilhão Centro de Portugal, passeia pelo Parque Verde, navega pelo Mondego em Barca Serrana e desloca-se ao Museu da Água. Às 14h00, segue-se um passeio a pé até ao Convento de São Francisco, onde decorrerá a conferência “Turismo sustentável, desenvolvimento local e o Parque Patrimonial do Mondego”.

No final, o passeio continua até à Quinta das Lágrimas, onde será apresentado o projecto, pelos arquitectos Nuno Martins e Lénia Marques.

Já no passado sábado, o coordenador do projecto convidou José António Bandeirinha (pró-reitor para a Cultura da Universidade de Coimbra) para uma sessão, na Fnac, sobre “Paisagens culturais: apogeu, declínio e regeneração”, tendo como ponto de partida o caso do Parque Patrimonial do Mondego.  

In Diário de Coimbra

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Sexta-feira, 7 de Dezembro de 2007

Parque Patrimonial do Mondego II

 

 

O Parque Patrimonial do Mondego ainda é uma ideia . Mas os seus promotores garantem que 2008 será o ano da concretização. A apresentação pública do Projecto Parque Patrimonial do Mondego teve lugar dia 6  na Escola Superior Agrária de Coimbra.

A reconstrução da narrativa histórico-cultural das antigas rotas comerciais fluviais, da Figueira da Foz para o interior, é a linha orientadora do projecto de criação do Parque Patrimonial do Mondego, que no próximo ano ganhará visibilidade.

Actualmente é uma ideia que está a ser trabalhada, já com algumas iniciativas de análise e de inventariação realizadas, mas no próximo ano os estudos no terreno para a preparação de um projecto integrado poderão ter como consequência a divulgação de alguns roteiros, revelou à agência Lusa o seu principal dinamizador, o arquitecto Nuno Martins.

A intenção é criar um Parque Patrimonial do Mondego entre o Porto da Raiva, no concelho de Penacova, e a foz do Mondego, na Figueira da Foz, atravessando ainda os concelhos de Coimbra e Montemor-o-Velho, numa extensão de 70 a 80 quilómetros.

“Quisemos desenvolver uma narrativa, a partir da análise histórica do Rio Mondego”, que durante séculos foi atravessado, no sentido de nascente e para a foz, com barcas serranas, explicou Nuno Martins.

A partir desse troço do rio Mondego se estabeleciam as ligações comerciais desde a Figueira da Foz até ao Porto da Raiva, interligando-se depois com as rotas terrestres da Beira Alta e da Beira Baixa.

Era através dessas rotas, também utilizadas no transporte de pessoas, que os produtos do mar ou entrados a partir do Porto da Figueira da Foz, e os produtos agrícolas das zonas interiores da região, circulavam.

No século XIX o Porto da Raiva era o mais importante porto do rio Mondego a montante de Coimbra, mantendo- -se activo até às primeiras décadas do século XX.

Partindo dessa realidade, e de uma ideia que começou a ser desenvolvida por Nuno Martins com formandos num curso sobre “Ambiente, Património e Projecto do Território”, realizado no mês de Junho, foram desenvolvidos quatro grupos de trabalho pluridisciplinares envolvendo arquitectos paisagistas, investigadores da área da cultura, geógrafos, engenheiros civis e planeadores do território, entre outros.

Os primeiros resultados, que evidenciaram a grande riqueza patrimonial existente, foram conseguidos desse modo, e continuados com outros grupos de formandos, explicou o arquitecto, que para além da actividade profissional na área é formador e colaborador da Escola Superior de Artes do Porto.

No troço de rio onde se perspectiva a criação do Parque Patrimonial do Mondego existem testemunhos físicos, nomeadamente de edifícios e quintas, mas também uma cultura e história próprias consubstanciada nessa vivência comercial, em aspectos como o folclore, a gastronomia e em certas práticas do quotidiano.

Na perspectiva de Nuno Martins, “existem muitos valores” nessa zona, que carecem de uma articulação para constituírem uma mais-valia como produto cultural e turístico para os municípios e a região.

A ideia do parque já foi considerada de “importância estratégica” pelo Ministério da Cultura, através da sua delegação regional do Centro, que se comprometeu a apoiar a sua implementação em articulação com as autarquias e outras entidades oficiais.

Idêntico reconhecimento foi expresso pela Região de Turismo do Centro, acrescentou.

Neste momento - segundo o dinamizador - os trabalhos tem vindo a ser desenvolvidos através de um grupo de profissionais de diversas áreas a trabalhar como voluntários, mas a intenção é apresentar uma candidatura a fundos comunitários, através da recém- -constituída Associação de Municípios do Baixo Mondego ou de um consórcio de várias entidades a criar para o efeito.

Há fortes expectativas de uma iniciativa desta natureza, para o desenvolvimento sub-regional, poder ser contemplada com fundos comunitários, começando por uma candidatura para a elaboração do projecto.

E nessa fase de elaboração projecto, apontada para meados do próximo ano, poderiam surgir já roteiros temáticos, alguns a partir de acções que as autarquias desenvolvem pontualmente.

Mas a ideia é ir mais longe. Que este parque, além de patrimonial e cultural, se assuma também como um centro artístico e científico, que seja indutor da produção e difusão de projectos de arte contemporânea, nomeadamente a partir de um modelo de criação através de residências artísticas.

 

  DIÁRIO AS BEIRAS _ 6 DEZ

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