Sábado, 29 de Março de 2008

Curso de Vitrinismo e Decoração de Interiores

Teve início a 26 de Março, no Edifício das Piscinas em Penacova o último curso ministrado em Penacova no âmbito do Formar.com. Depois dos Cursos de Técnicas de Gestão Empresarial e Atendimento e Vendas, Vitrinismo e Decoração de Interiores será o último no âmbito desta candidatura a ser ministrado no concelho de Penacova.

O curso, num total de 45 horas, decorrerá às 2ªs e 4ªs feiras entre as 19:30 e 22:30 no Edifício das Piscinas de Penacova. Para mais informações poderá contactar a ACIC / UAC /PENSAR.

 

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PASSEIO PEDESTRE ROTA DAS NORAS

Promovido pela Casa do Benfica, vai realizar-se no dia 25 de Abril, o 1º Passeio Pedestre “ Rota das Noras”. Limitado a 50 participantes, a concentração dos mesmos terá lugar na Avenida 5 de Outubro. O percurso, de tipo circular, com a extensão de 11 quilómetros e com grau de dificuldade média,  demorará cerca de 3 horas a efectuar.

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Sexta-feira, 28 de Março de 2008

De novo se fala no " Parque Patrimonial do Mondego"

Parque Patrimonial do Mondego apresentado a 1 de Abril

A recuperação da envolvente do Mondego, numa extensão de quase 80 quilómetros e numa vertentes patrimonial que vai do edificado ao ecológico e histórico, será apresentada a 1 de Abril.

 A narrativa histórico-cultural das antigas rotas comerciais fluviais entre o Porto da Raiva, Penacova, e a Figueira da Foz está a ser reconstruída, através do Parque Patrimonial do Mondego. O projecto, coordenado pelo arquitecto Nuno Martins e com apresentação pública marcada para 1 de Abril na Quinta das Lágrimas, visa a revalorização e revitalização da paisagem cultural do Mondego.

Em foco está o uso dado ao rio e às suas margens numa extensão entre 70 e 80 quilómetros, ao longo dos séculos, numa narrativa que inclui também edifícios, património ambiental e ecológico, tradições, arte, dança e música. Ou seja, o Parque Patrimonial do Mondego recorda, por exemplo, o comércio que, durante séculos, se fazia pelo rio, utilizando a barca serrana, a actividade das lavadeiras, entre outras memórias.

Tendo o rio como fio condutor, o objectivo é que o parque se afirme como a plataforma que agregue todas as histórias, quer através da criação de roteiros temáticos, quer através de centros de interpretação para visitantes. Num percurso com vários edifícios de antigas quintas com uma arquitectura tradicional, é também intenção da equipa do projecto criar o Museu do Mondego, que, à partida, poderá instalar-se num antigo convento, situado no nó das Lajes, actualmente abandonado.

A anteceder a apresentação pública na Quinta das Lágrimas, agendada para as 18h00 do dia 1 de Abril, está prevista para o dia 31 de Março uma visita ao Parque Territorial do Mondego. Com saída de Penacova, o itinerário prevê passagens pela Universidade de Coimbra, Centro de Alto Rendimento de Montemor-o-Velho, salina “Corredor da Cobra” e Eco-Museu do Sal da Figueira da Foz. No regresso a Montemor, onde será servido o jantar, haverá uma paragem no Paço de Maiorca, seguindo-se uma recepção na Câmara Municipal e visitas ao centro histórico e castelo.

A viagem continua no dia seguinte em Coimbra, iniciando-se com encontros informais com estudantes de Turismo da Escola Superior de Educação de Coimbra e estudantes de Eco-Turismo da Escola Superior Agrária de Coimbra.

Antes do almoço, a bordo do Basófias, a comitiva visita o Pavilhão Centro de Portugal, passeia pelo Parque Verde, navega pelo Mondego em Barca Serrana e desloca-se ao Museu da Água. Às 14h00, segue-se um passeio a pé até ao Convento de São Francisco, onde decorrerá a conferência “Turismo sustentável, desenvolvimento local e o Parque Patrimonial do Mondego”.

No final, o passeio continua até à Quinta das Lágrimas, onde será apresentado o projecto, pelos arquitectos Nuno Martins e Lénia Marques.

Já no passado sábado, o coordenador do projecto convidou José António Bandeirinha (pró-reitor para a Cultura da Universidade de Coimbra) para uma sessão, na Fnac, sobre “Paisagens culturais: apogeu, declínio e regeneração”, tendo como ponto de partida o caso do Parque Patrimonial do Mondego.  

In Diário de Coimbra

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Sobre a ( não ) subida da lampreia no Açude...

Do Jornal de Notícias, sobre o problema da lampreia e a escada de peixe na Ponte Açude:

Pecado ambiental

francisco leong / arquivo jn

 Francisco Curate, Antropólogo

Omundo e os homens são antigos. Os pecados também. Afinal, os nossos defeitos são ingénitos, naturais quase sempre a moral cede perante a vontade. Foi no séc. IV, e no Egipto, que um certo Evágrio Pôntico, monge grego, identificou e descreveu (para sua perene glória) os oito males espirituais que acometiam a humanidade e provocatoriamente vexavam e atropelavam a ordem doutrinária judaico-cristã. Quando, no séc. VI, o papa Gregório Magno tomou conhecimento da lista de Evágrio, redefiniu-a face ao cânone da Igreja de Roma. Nasciam os sete pecados capitais.

Embora naquela época as inquietações teológicas fossem bem diferentes do que são hoje, os pecados catalogados por S. Gregório sobreviveram à indeclinável rasura do tempo e permaneceram intocados no catecismo até há bem pouco tempo. Aos sete pecados canónicos, vinculados à culpa individual, a Igreja Católica acrescentou (oficiosamente) outros comportamentos pecaminosos as experiências científicas com seres humanos, a pobreza, a manipulação genética, a injustiça social, a riqueza desmedida, a toxicodependência e a poluição do ambiente.

Este último pecado é especialmente interessante. Mais que uma falha privada parece configurar uma transgressão social. Se uma instituição multissecular como a Igreja Católica demorou tanto tempo a associar as ofensas ao ambiente a uma conduta (individual ou societária, não interessa) moralmente inaceitável, não devemos ceder à perplexidade quando lemos que uma simples "escada de peixe" (uma espécie de rampa em cascata que permite aos peixes ultrapassar obstáculos artificiais motivados por construções humanas) no Açude-Ponte do Rio Mondego, em Coimbra, se conforma ao mísero estado de projecto, de esboço de papel, com 30 anos.

Um rio é um sistema biológico complexo e frágil. Um transtorno ecológico a montante tem consequências a jusante, e vice-versa. A inexistência de uma estrutura que facilite a transposição do Açude impede um grupo de espécies piscícolas, como a enguia, a lampreia, o sável ou a savelha, de subir o rio e aí prosseguirem o normal paradigma biológicos de crescimento e reprodução.

A construção do Açude-Ponte do Rio Mondego na década de 1980 impôs uma pressão pungente sobre o ciclo reprodutivo de algumas espécies de peixes. Ao prejuízo ecológico soma-se o risco de perdas económicas a gastronomia associada à lampreia, por exemplo, sustenta uma valia maior em concelhos como os de Penacova ou Montemor-o-Velho.

O deputado Miguel Almeida, do grupo parlamentar do PSD, vai apresentar um requerimento à Assembleia da República, reclamando explicações sobre o adiamento reiterado de um projecto essencial à manutenção da biodiversidade do Rio Mondego a montante da cidade de Coimbra. Em 2006, os Amigos do Mondego e Afluentes haviam feito o mesmo, sem resultados práticos. São 30 anos de esquecimento e desleixo. A incúria não é pecado, mas deveria ser.

Na crónica da passada semana ("Nem metro, nem meio metro" JN 20/03/2008) referi, por lapso, que os vereadores do PS e PCP da Câmara Municipal de Coimbra votaram contra a moção da Metro Mondego. Na realidade votaram a favor. O projecto foi reprovado com os votos de quatro elementos da coligação PSD/CDS-PP/PPM. Aos visados as minhas desculpas.

 Francisco Curate escreve no JN, semanalmente à quarta-feira www.daedalus-pt.blogspot.com 

FOTO:

http://thumbs.sapo.pt/?pic=http://jn.sapo.pt/2008/03/26/15836903.jpg&H=250&W=250&errorpic=http://jn.sapo.pt/images/lusomundo/jn/errorpic.gif

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III Torneio de Sueca em S.Paio

A Associação Cultural e Desportiva

de S. Paio vai realizar

o III Torneio de Sueca

com início a 5 de Abril e sábados

seguintes.

À semelhança de outros anos

espera-se muita participação.

Mesmo que não seja jogador junte-

se a nós, venha conviver e provar os nossos petiscos e a boa pinga.

IN http://saopaiodemondego.blogspot.com/

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Bombeiros: Torneio de Sueca

A Associação dos Bombeiros Voluntários de Penacova realiza o IV Torneio de Sueca no próximo Sábado, dia 29 de Março nas instalações do Quartel de Penacova.

 

CURSO DE TRIPULANTE DE AMBULÂNCIA DE TRANSPORTE

Com 12 formandos está a decorrer nas instalações do Quartel, um Curso de TAT, que se destina a dotar os Bombeiros, de conhecimentos no ãmbito do Suporte Basico de Vida, para actuação em casos de Emergência Pré - Hospitalar.

Alguns destes formandos são jovens que ingressaram recentemente nas fileiras da Corporação, outros são Bombeiros já detentores do Curso, com larga experiência mas que estão a actulizar os seus conhecimentos.

Recorde-se que, para além dos muitos acidentes rodoviários em que têm que participar, os Bombeiros de Penacova são chamados para socorrer em média 4 emergências por dia. A estes números juntam-se os cerca de 25 doentes que diariamente são transportados para as mais diversas consultas e tratamentos.

http://www.bombeirospenacova.pt/noticias.html#

09.03.08 

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Sábado, 22 de Março de 2008

Confraria do Medronho

   

Por iniciativa da CAULE – Associação Florestal da Beira Serra foi fundada em Tábua, no passado dia 25 de Fevereiro, a Confraria do Medronho – Associação Nacional para a Conservação do Medronho e do Medronheiro.

O projecto é integrado por vários proprietários florestais, provenientes dos concelhos de Tábua, Oliveira do Hospital e Arganil e conta com o apoio da Câmara Municipal de Tábua.

 Segundo nota de imprensa enviada ao diário online do Correio da Beira Serra, a Confraria tem por área de acção todo o território nacional e como objecto a defesa dos interesses e a formação dos proprietários de povoamentos de Medronheiros e também o desenvolvimento de acções de promoção, valorização e conservação do Medronho e do Medronheiro e dos seus ecossistemas, tendo por base uma gestão sustentável dos recursos naturais.

 A Confraria do Medronho visa potenciar o incremento de acções de produção, transformação e comercialização do medronho, do medronheiro e dos seus derivados. Destaque também para a defesa da gastronomia tradicional, do património paisagístico e das tradições ligadas à vida rural e aos sistemas agro-florestais. É também objectivo da recém constituída associação promover acções de carácter associativo, que tenham em vista o convívio, a solidariedade e as boas relações entre os seus Confrades Associados.

 O primeiro capítulo da Confraria terá lugar na vila de Tábua, no próximo mês de Maio, altura em que se procederá à entronização dos Confrades Fundadores e outros convidados, com a presença das Confrarias que apadrinharão o acto.

 Numa primeira fase, a Confraria do Medronho terá a sua intervenção confinada aos concelhos de Tábua, Oliveira do Hospital, Arganil, Seia, Santa Comba Dão, Penacova, Nelas e Carregal do Sal.

De entre os subscritores da escritura da fundação destacam-se o director da CAULE, José Vasco Campos e o presidente da Câmara Municipal de Tábua, Ivo Portela.

http://www.correiodabeiraserra.com/index.php?option=com_content&task=view&id=497&Itemid=110  14/03/2008

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Escada de Peixe na Ponte-Açude de novo reivindicada em Coimbra

Foto: INAG

ESCADA DE PEIXE: Miguel Almeida apresenta requerimento ao ministério

A câmara  acolheu ontem uma reunião com o deputado social-democrata Miguel Almeida para, mais uma vez, se tentar desbloquear o processo de construção da escada de peixe.

 Os presidentes das câmaras de Coimbra e Penacova, Carlos Encarnação e Maurício Marques, o presidente da Região de Turismo do Centro, Pedro Machado, e o vereador António Saltão, da câmara de Montemor-o-Velho, estiveram ontem reunidos na autarquia conimbricense com o deputado social-democrata Miguel Almeida. Promovida pela região de turismo, a reunião teve como principal objectivo fazer valer a importância da obra em termos estratégicos e turísticos. Isto porque, para continuar a haver festivais de gastronomia ligado à lampreia, é necessária a construção da escada de peixe. “Senão, corremos o risco de começar a ver definhar o produto”, afirmou ao DIÁRIO AS BEIRAS Pedro Machado.

Dezenas de vezes anunciada como obra essencial para a região, a famosa escada de peixe tem sido um dos cavalos de batalha do actual presidente da câmara de Penacova. Maurício Marques, à saída da reunião, frisou mesmo que já a reclama há “onze anos”. É que, como fez questão de lembrar, a actual escada não serve os interesses destes ciclóstomos, já que nalguns casos são os guardas florestais que transportam as lampreias para montante do rio Mondego.

Miguel Almeida referiu que, numa primeira fase, irá entregar um requerimento na Assembleia da República a questionar o ministro do Ambiente sobre a data de início da construção da escada de peixe. “Todos os partidos consideraram esta uma obra prioritária. É altura dela avançar”, disse.

Aproveitando o tema, o social-democrata irá ainda apresentar outro requerimento com o objectivo de criar um grupo de trabalho para o assoreamento do rio. Uma questão “penalizadora para Coimbra e que pode vir a causar problemas de desenvolvimento turístico da cidade”. É que interessa saber “quem é que apresenta projecto e avança com a obra”, já que a construção da escada de peixe será paga na íntegra pela “dragagem da areia do rio”. Desta forma, irá ser também enviada uma carta sobre este tema para a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro.

Refira-se que a construção da ponte-açude, nos anos 80, transformou-se num obstáculo para a subida de várias espécies piscícolas nas águas do rio Mondego. Entre elas, destacam-se a lampreia, a enguia, o sável e a savelha que utilizam o Mondego e os seus afluentes como local de reprodução ou de crescimento. A escada de peixe consistirá numa rampa em cascata, com tanques de água, que permita aos peixes ultrapassar o açude e subir o rio para desovar e crescer.

In  Diário AS BEIRAS, 18 Março

( texto destacado a bold da nossa responsabilidade)

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Sexta-feira, 21 de Março de 2008

Grupo de Cantares de Paradela lança CD " Retalhos do Alva"

Do Grupo Cantares do Alva recebemos o seguinte e-mail:

 

 

"Boa Noite

 

 Somos um Grupo de Cantares de Música Tradicional Portuguesa com o intuito de preservar e divulgar a musica tradicional portuguesa, regional e nacional.

 

Nasceu em Novembro de 2004, este Grupo de Cantares de Músicas de Tradição Popular Portuguesa com o nome de “Retalhos do Alva” e que tem por objectivo primordial revisitar as vivências ancestrais das Nossas Gentes, legando-as às gerações futuras, dando especial ênfase à vertente musical. É constituído por 27 elementos.

 

Está integrado na Associação “Comissão de Melhoramentos Paradela da Cortiça” , concelho de Penacova ,distrito de Coimbra , aldeia da Beira Litoral, situada a 40km de Coimbra.

 

O grupo de cantares “Retalhos do Alva tem vindo a realizar um trabalho exaustivo de pesquisa e recolha de cantares tradicionais, tendo feito deles reviver os usos e costumes de antanho.

 

Este Grupo vai fazer o lançamento do seu 1º CD no dia 22 de Março de 2008 na sua sede em Paradela da Cortiça e gostaríamos que o vosso jornal pode-se fazer a cobertura deste encontro tão importante para a nossa região.

 

 Em anexo mandamos o cartaz e podem também visitar a nossa pagina em

 

www.cmparadela.pt

 

Convictos que serão sensíveis a este nosso pedido nos despedimos com estima e aguardando ama resposta da vossa parte."

 

 

 

Os nossos Parabéns e votos de continuação de bons êxitos!

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Terça-feira, 11 de Março de 2008

Penacova, a linda

No jornal Nova Esperança, na habitual rubrica RESSONÂN(S)IAS, podemos ler:

 

Penacova  a linda

Nemésio, Pécurto e Oliveira Cabral

As belezas naturais de Penacova, as suas tradições, os seus monumentos, têm sido, muitas vezes, tema escolhido por escritores, poetas e fotógrafos para dar corpo às suas obras.

Vitorino Nemésio, escreveu certo dia que “ é preciso chegar às abertas e miradouros para achar a razão de ser da fama de Penacova, que é o seu admirável panorama de água, pinho e penedia.” Excerto bem conhecido de todos nós, ao qual se costuma acrescentar aquela outra afirmação do escritor que diz que  “Penacova é luz e penedia com o quer que é de pirenaico trazido às proporções da ternura e rusticidade portuguesa.”

Nemésio esteve ligado a Penacova, onde terá comprado terrenos e alguns moinhos de vento na Portela da Oliveira. Um deles foi, em 1980, doado pelos herdeiros ao nosso município. Na ocasião, nomes famosos como David Mourão Ferreira e Natália Correia, estiveram presentes na cerimónia. Hoje, esse moinho acolhe um dos mais interessantes museus portugueses sobre molinologia.

Também no final dos anos setenta e inícios da década de oitenta, Varela Pécurto, reconhecido fotógrafo de Coimbra, legou ao nosso concelho uma das mais interessantes monografias fotográficas que conhecemos. Com data de 1984 e edição Hilda, , a obra de centena e meia de páginas, inclui um texto introdutório quadrilingue  ( português, francês, alemão e inglês) sobre a história e a cultura local.

Um trabalho notável que preserva, através da objectiva fotográfica, a memória e a história destas terras e destas gentes. Além desse registo da beleza paisagística e da riqueza patrimonial, a obra é um retrato, por vezes bem vivo e humanizado, das actividades económicas e das vivências sociais e culturais da época: o fabrico artesanal e doméstico dos palitos, o “ amanho”  dos campos, a “sacha” do milho, a pastorícia, as feiras  e romarias, as festas e animação à volta do coreto da aldeia…

Estavámos numa época em que a paisagem do concelho acabava de se alterar com a construção das barragens da Aguieira e Raiva. Não fazendo parte do nosso concelho, mas porque confrontava com a freguesia de Travanca, fotografias da desaparecida Foz do Dão fazem também parte deste “ documentário”, bem como o registo das diversas fases da construção daquelas obras de engenharia.

 Não sabemos como nasceu a ideia da publicação desta obra dedicada a Penacova. Naturalmente legítimas motivações comerciais. Mas calcorrear o concelho  terá exigido, não temos dúvidas, também   um apelo estético  e uma grande sensibilidade perante a beleza de Penacova: Penacova, a linda, como escreveu Oliveira Cabral.

Não será por acaso que na obra de Pécurto são citados alguns dos versos deste poeta  que enaltecem, precisamente,  as belezas de Penacova e que, a terminar, aqui deixamos  aos leitores:

“ É Penacova, a linda, uma eleita de Deus:

Parece vista ao longe, um presépio, um altar.

Mais branda, a luz do céu cai doce lá dos céus

e cerca-a de ternura, e meiga a vem beijar.

Montanhas a envolvê-la…o Mondego a abraçá-la…

Como é garrida ao vir a Primavera em flor!

Quem uma vez a vê, fica sempre a admirá-la,

que Penacova, a linda, atrai o nosso amor. “

 David Almeida

 

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Quarta-feira, 5 de Março de 2008

A ponte é uma passagem...

  

   

Imgens e texto:

http://www.estradasdeportugal.pt

A construção dos pilares e encontros da obra de arte, ambos em cantaria, teve o seu início no ano de 1883. As fundações dos pilares eram constituídas por estacas de madeira cravadas no leito do Rio Mondego.

A estrutura do tabuleiro foi construída em 1906 e 1907, constituída por duas vigas em treliça, contínuas, com quatro tramos, dois vãos laterais de 33,40 m e dois vãos centrais de 40,00 m.

Em 1956, reforçou-se a estrutura com uma terceira viga metálica, posicionada entre as duas vigas previamente existentes, aumentando a capacidade de carga e permitindo o alargamento da plataforma viária sobre uma nova laje de betão armado e pré-esforçado.

No dia 5 de Maio de 1979 deu-se o assentamento do pilar central, deixando este de dar apoio ao tabuleiro, o qual ficou apenas apoiado nos dois pilares laterais e nos encontros. A estrutura metálica do tabuleiro sofreu deformações importantes, dando-se a rotura de algumas peças.

A Ponte de Penacova foi então objecto de uma intervenção de beneficiação, baseada num projecto do Professor Edgar Cardoso, o qual concebeu uma solução de atirantamento do tramo central, agora com um vão idêntico ao dobro do vão dos tramos originais. Estruturalmente, o tabuleiro anteriormente funcionando em viga contínua sobre cinco apoios e com quatro tramos transformou-se numa ponte de tirantes com três tramos. Para tal, instalaram-se duas torres metálicas, uma em cada um dos pilares e dois quadros resistentes para o desvio dos cabos, a um terço e a dois terços da distância entre os pilares. Os cabos foram amarrados, através de ancoragens, em maciços de betão armado criados nos paramentos dos muros de ala dos encontros. Daí, subiam até as selas sobre as torres metálicas, onde eram desviados para descerem até aos quadros existentes no tramo central.

No seguimento destes trabalhos procedeu-se também à execução de maciços de betão armado envolvendo a base dos pilares e à realização de injecções de caldas de cimento de preenchimento e consolidação das zonas de aluviões subjacentes às sapatas dos pilares.

 Em 1995 verificaram-se alterações na configuração do leito do rio originando o assoreamento da zona junto ao pilar da margem direita e provocando uma infra-escavação sob a base do pilar da margem esquerda. Estes factores provocaram a perda da capacidade de carga das estacas de madeira e o seu progressivo apodrecimento. Tornou-se necessária uma nova intervenção destinada à consolidação das fundações dos pilares. Nesta intervenção realizaram-se pegões, assentes sobre o estrato rochoso, e executados através de Jet-Grouting. Esta tecnologia permitiu a realização de colunas, onde o solo existente é misturado com calda injectada por alta pressão, resultando num material de elevadas características mecânicas.

No dia 12 de Julho de 2004 ocorreu a rotura de um dos tirantes de suspensão do tramo central com consequências semelhantes aquelas resultantes do incidente verificado em 1979: deformações importantes do tramo central e rotura de algumas peças constituintes da estrutura metálica.

Após este acontecimento realizou-se um estudo económico comparativo entre a reparação e manutenção do tabuleiro existente e a construção de um novo tabuleiro. Optou-se então pela construção de um novo tabuleiro, mantendo-se inalteráveis as condições de apoio, sobre os dois pilares e sobre os dois encontros previamente existentes. 

   Construção do Novo Tabuleiro

Condicionamentos

Tendo-se optado exclusivamente pela substituição do tabuleiro, mantendo-se o posicionamento e implantação dos apoios, as condicionantes mais importantes para a concepção do novo tabuleiro foram de índole geométrica.

A modelação dos vãos, dois tramos laterais com vãos de 33,35 m e um tramo central com um vão de 80,00 m, determinou a solução estrutural.

A altura do tabuleiro foi também ela condicionada pela rasante da via que se manteve inalterada.

O perfil transversal foi ligeiramente modificado, alinhando-se os guarda-corpos do tabuleiro com os guarda-corpos previamente existentes sobre os encontros. Assim, o novo perfil transversal é constituído por uma faixa de rodagem de 6,00 m de largura, com duas vias de 3,00 m de largura, e dois passeios com 1,00 m de largura livre.

Outro factor determinante foi a necessidade de se construir um tabuleiro cujo peso fosse reduzido, de maneira a não haver uma diferença significativa entre as cargas permanentes da estrutura do tabuleiro previamente existente e as cargas permanentes da estrutura do novo tabuleiro, pretendendo-se minimizar as novas acções impostas aos pilares e encontros.

A solução estrutural foi também ela condicionada pela facilidade e rapidez de construção pretendidas, fectores decisivos e impostos pela perturbação causada ao trânsito rodoviário e ao trânsito pedonal.

Solução Estrutural

O novo tabuleiro da Ponte de Penacova tem uma extensão de 146,70 m, com um vão central de 80,00 m e dois vãos laterais de 33,35 m, distâncias entre os eixos dos apoios. Transversalmente, tem uma largura total de 8,54 m.  O novo tabuleiro é constituído por uma estrutura mista, composta por duas vigas metálicas de alma cheia e por uma laje de betão armado.

As vigas metálicas têm uma altura parabolicamente variável, entre 3,15 m sobre os pilares e 2,00 m a meio vão do tramo central e sobre os encontros. Os banzos têm uma largura constante de 800 mm. As chapas das almas e dos banzos têm uma espessura variável em função das tensões verificadas ao longo das secções das vigas metálicas.

A estrutura metálica inclui carlingas correntes materializadas por perfis IPE500; sobre os pilares as carlingas correspondem a vigas de alma cheia com 1500 mm de altura.

A laje de betão armado, disposta superiormente à estrutura metálica, tem uma largura de 8,26 m e uma espessura corrente de 0,20 m com espessamentos locais nas zonas de ligação com as vigas metálicas. O vão livre da laje entre os banzos superiores das vigas é de 3,70 m e o vão livre em consola é de 1,48 m.

De forma a compensar o desequilíbrio dos vãos, imposto pelos condicionalismos de implantação do Novo Tabuleiro sobre os apoios já existentes, construíram-se dois contrapesos entre as duas vigas metálicas. Estes contrapesos não são mais do que dois maciços de betão, localizados nas zonas do tabuleiro sobre os encontros, permitindo a compressão permanente dos aparelhos de apoio em qualquer situação de carregamento do tabuleiro.

Os aparelhos de apoio utilizados sobre os pilares actuam de maneira unidireccional, no sentido longitudinal da obra. Conferem um elevado amortecimento, permitindo controlar a força longitudinal horizontal sísmica, reduzindo as forças transmitidas aos pilares. Sobre os encontros, os aparelhos de apoio são também unidireccionais, mas deslizantes no sentido longitudinal.

Processo Construtivo

Na metodologia de construção da estrutura metálica do novo tabuleiro foi prevista a utilização do tramo central do tabuleiro antigo como plataforma de montagem. Com este objectivo procedeu-se ao corte, suspensão e descida do tramo central, assim como à criação de três apoios provisórios, um deles no leito do Rio Mondego, os outros dois sobre as margens.

Junto a cada um dos pilares, realizou-se a montagem de duas estruturas metálicas sob a forma de pórtico, que serviram de suporte ao tramo central durante as operações de corte e descida. O sistema de suspensão e descida foi constituído por macacos hidráulicos e barras de aço de alta resistência devidamente rotuladas nas extremidades.

Uma vez a estrutura apoiada sobre os maciços provisórios previamente betonados junto à base dos pilares, procedeu-se à criação de um apoio central. Este foi materializado por uma estrutura de vigas e tubos metálicos cravados no leito do Rio Mondego. Constitui-se assim uma plataforma sólida e estável para a montagem da estrutura metálica do tramo central do Novo Tabuleiro. 

Os tramos laterais foram removidos sobre as margens através de gruas de grande capacidade.

As vigas metálicas foram fabricadas em oficina de uma forma faseada e repartida em onze troços para cada uma das vigas. Estes troços, de comprimento variável entre 10,50 m e 16,00 m foram transportados para o local da obra onde foram posicionados e solidarizados entre si através de soldaduras topo a topo. Quer em oficina, quer em obra, efectuaram-se ensaios não destrutivos de acordo com as normas em vigor.

Os tramos laterais foram montados sobre apoios provisórios nas margens do Rio Mondego. O tramo central foi montado sobre a plataforma constituída pela estrutura metálica do tabuleiro antigo.

Uma vez a montagem da estrutura metálica dos tramos laterais concluída, realizou-se o seu posicionamento sobre os pilares e encontros através de gruas de grande capacidade. As estruturas ficaram provisoriamente apoiadas sobre o coroamento dos pilares e encontros.

Quanto à estrutura metálica do tramo central, após a conclusão da sua montagem, procedeu-se à sua suspensão e elevação seguindo a mesma metodologia utilizada na descida do tramo central do tabuleiro antigo: os pórticos metálicos e os sistemas de suspensão instalados junto aos pilares foram novamente utilizados e proporcionaram o apoio ao tramo central até à sua solidarização com os tramos laterais.

Após a realização da ligação de toda a estrutura metálica do tabuleiro, e estando esta a funcionar como um todo, procedeu-se à transferência dos seus apoios para os aparelhos de apoio definitivos, previamente instalados sobre os novos plintos dos pilares e encontros.

A laje de betão armado do tabuleiro foi pré-fabricada em 73 painéis com um comprimento de 2,0 m cada um. O seu posicionamento sobre as vigas metálicas foi realizado sequencialmente através de gruas, desde o encontro da margem direita até ao encontro da margem esquerda.

Funcionando o tabuleiro como uma estrutura mista aço-betão, a solidarização dos elementos de laje pré-fabricados com as vigas metálicas foi realizada através de betonagens "in situ" de aberturas nos painéis pré-fabricados coincidentes com os conectores do tipo "stud", previamente soldados aos banzos superiores das vigas.

Os próprios elementos pré-fabricados foram solidarizados entre si através de armaduras de 2.a fase e betonagens "in situ", tornando a laje do tabuleiro contínua.

Finalmente, os acabamentos do tabuleiro incluíram a realização da impermeabilização da face superior da laje de betão armado, a montagem de cornijas, a montagem de guarda-corpos, a betonagem dos passeios, a execução do tapete betuminoso e a instalação de juntas de dilatação e do sistema de iluminação.

Obras Acessórias

Verificou-se que o tabuleiro antigo servia de suporte a uma conduta de abastecimento de águas. Os trabalhos de substituição do tabuleiro, implicaram a realização de um desvio provisório desta conduta durante a execução dos trabalhos.

Paralelamente aos trabalhos de acabamentos do tabuleiro realizou-se a instalação de uma nova conduta de abastecimento de águas e de uma nova conduta de drenagem de águas residuais, ambas apoiadas no tabuleiro e ligadas à rede existente através de caixas de derivação realizadas no tardoz de ambos os encontros.

Reforço, Consolidação e Conservação dos Encontros e Pilares

Os resultados da realização de um reconhecimento geológico-geotécnico permitiram chegar a conclusões sobre o estado de conservação dos encontros e dos pilares e caracterizar as suas fundações.

Concluiu-se que nos materiais de enchimento dos cofres dos encontros o índice de vazios era importante, admitindo-se o arrastamento de finos do seu interior através da circulação de águas. As alvenarias, verificando-se o seu bom estado de conservação, apresentavam no entanto alguns sinais localizados de fendilhação. Quanto às fundações notou-se uma certa fragilidade no muro de testa do encontro da margem direita. 

Relativamente aos pilares, é visível o bom estado de conservação das alvenarias. A observação dos resultados do reconhecimento das fundações revelou o bom estado de conservação das colunas de jet-grouting, mantendo as suas características resistentes e a sua geometria perfeitamente definida.

Os trabalhos executados na base do encontro da margem contemplaram a realização de um confortamento da fundação muro de testa através da execução de vinte microestacas. Estes trabalhos também serviram de criação de uma barreira ao escoamento das caldas de injecção do cofre do encontro. 

Em ambos os encontros solucionou-se o problema do índice de vazios no interior dos cofres através da injecção dos materiais de enchimento com caldas de cimento. As injecções foram conduzidas de forma faseada a partir de furações executadas sobre os encontros e controladas através de furos de purga executados nos paramentos.

Procedeu-se também ao refechamento das juntas das alvenarias dos encontros e à aplicação de um tratamento com verniz incolor, quer nos paramentos dos encx)ntros, quer nas alvenarias dos pilares.

Finalmente, realizou-se a reparação e pintura dos elementos em betão armado existentes no coroamento dos pilares e encontros, conferindo-lhes uma maior durabilidade e uma protecção contra os agentes agressivos do meio ambiente.

 

 

 

 

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J.B.César / http://viajar.clix.pt/fotos

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Terça-feira, 4 de Março de 2008

Novos padres para Coimbra

Novos padres para Coimbra «A figura do Padre continua a ser estimulada e desejada nos meios mais descristianizados da nossa diocese»

A Sé Nova encheu no passado Domingo para a ordenação de dois presbíteros e um diácono. Há muito que não se assistia a uma tão grande manifestação de fé em Coimbra. A Diocese de Coimbra esteve em festa, não só pelas ordenações que se concretizaram, mas também pelo anúncio de 200 baptismos D. Albino Cleto conferiu, no passado dia 2 de Março, a ordenação sacerdotal a Filipe Diniz, do Corticeiro de Cima e a Paulo Simões de Penacova; e a ordenação diaconal ao finalista de Teologia João Fernandes, natural de Almagreira perante uma Sé a abarrotar de fiéis. A missa foi presidida por D. Albino Cleto e concelebrada por cerca de uma centena de sacerdotes. Na sua longa homilia, para além das referências às leituras e ao Evangelho, D. Albino destacou a missão do Diácono e do Padre no seio da Igreja. Para o Bispo de Coimbra, a “figura do Padre continua a ser estimulada e desejada, até mesmo, nos meios mais descristianizados da diocese”. Interpelando os candidatos sobre o diaconado e o sacerdócio, D. Albino respondeu que “têm como obrigação de serem luz para o mundo”. “Um Padre é uma lâmpada acesa, pela vida que dá à comunidade”, sublinhou ainda. O prelado confessou que “há muitos lugares desta querida diocese que me pedem um padre”, porém respondeu, que “não quero ter padres para encher as casas paroquiais ou os centros sociais, mas sim para serem a luz dessas comunidades”. “De que vale ter uma casa com muita luz, bem montada e organizada, se depois não tivermos corrente?”, perguntou o Bispo de Coimbra, para logo responder: “Nós, Igreja, por vezes somos assim, temos tudo muito bem organizado e depois não estamos ligados à corrente que é Jesus Cristo”. “Um Padre ou um diácono não é luz pela sua inteligência ou pela sua habilidade, mas sim por ser fiel a Jesus Cristo”, realçou ainda o prelado. “Sejais fiéis a Jesus Cristo, queridos irmãos, para que possam iluminar mais e melhor” as nossas comunidades, pediu, no fim, o Bispo de Coimbra aos novos padres e diácono. A cerimónia foi sem dúvida de festa. O Bispo de Coimbra não escondeu a sua felicidade perante este acto. As palmas entoaram pela Sé Catedral, famílias e amigos dos novos e recém ordenados não esconderam a emoção sentida após a cerimónia.

 

Paulo Simões é natural de Penacova. Ainda passou pelos bancos da Faculdade de Ciências da Universidade de Coimbra, antes cursar Teologia no Instituto Superior de Estudos Teológicos (ISET), no Seminário Maior. Irá continuar o seu trabalho que tem desenvolvido junto das comunidades paroquiais de Almagreira, Pelariga, Redinha, Tapeus e Pombal, assim como na Pastoral Juvenil da Região Pastoral Sul.

 

Filipe Diniz, natural de Corticeiro de Cima, continuará nas paróquias da região de Ferreira do Zêzere. João Fernandes, natural de Almagreira, encontra-se a frequentar o último ano do curso de Teologia, e está a estagiar nas paróquias de Seixo da Beira, Ervedal da Beira, Lagares e Meruge. A missa nova do Padre Diniz será no Corticeiro de Cima, no próximo dia 8 de Março e a do Padre Paulo em Penacova, no dia 9, ambas pelas 16 horas.

 

Miguel Cotrim , AGENCIA ECCLESIA

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