Sexta-feira, 29 de Fevereiro de 2008

Jovem de Penacova vai ser ordenado Sacerdote

Dois novos padres e um diácono para a Diocese de Coimbra

No próximo domingo, pelas 16 horas, na Sé Nova, D. Albino Cleto preside à Eucaristia, conferindo a ordenação presbiteral a Filipe Dinis (do Corticeiro de Cima) e a Paulo Simões (de Penacova); e a ordenação diaconal ao finalista de Teologia João Fernandes , natural de Almagreira. A missa nova do Padre Dinis será no Corticeiro de Cima, no dia 8 de Março e a do Padre Paulo em Penacova, no dia 9, ambas pelas 16 horas.

FONTE: http://correiodecoimbra.blogspot.com/

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Domingo, 24 de Fevereiro de 2008

Opinião / Jornal de Notícias: AS LAMPREIAS

 Por esta altura assistimos na nossa região a diversos festivais gastronómicos em que a lampreia terá lugar central. Este fim de semana são esperadas mais de 7000 pessoas em Penacova, no próximo será a vez do Festival do Arroz em Montemor-o-Velho, em que a famosa iguaria tem também destaque.

 

Amanhã termina o Festival Gastronómico de Caça e Pesca da Lousã. Um pouco por todo o país, sucedem-se as feiras de Enchidos e de Fumeiro. Em Janeiro já tivemos o Festival da Chanfana, em Vila Nova de Poiares. Mais lá para o Verão aparecem os festivais de marisco.

 

Esta é uma pálida amostra da vivência de um país de grande riqueza e diversidade cultural que se expressa numa gastronomia ímpar da qual nos orgulhamos como povo e que têm nos produtos tradicionais, a marca distintiva da sua diferença e da sua qualidade, país felizmente apegado à sua tradição, embora cada vez mais pressionado a ceder, pelos grandes interesses económicos.

 

Grandes interesses que encontraram fiéis aliados nas instituições do poder, seja a partir dos ditames da União Europeia, seja nos órgãos de poder nacional, cada vez mais afastados da vida, do sentimento e das aspirações das populações.

 

Os produtos regionais são hoje, particularmente para aquelas regiões que enfrentam graves problemas de desertificação e declínio económico e social em função de uma política que subalternizou o mundo rural e o seu principal suporte de vida - a agricultura -, um dos últimos redutos para garantir um modo de vidas das suas populações.

 

Os produtos regionais, que são uma das marcas da nossa identidade como povo, são não só um património cultural que é necessário defender e valorizar, como são um suporte complementar à viabilização do que resta da nossa agricultura e do mundo rural, mas também de muitas comunidades ribeirinhas que fazem da transformação dos produtos da pesca um complemento às suas actividades no mar ou no rio. Sabemos que os produtos regionais não são a panaceia para todos os males da nossa economia regional, mas não apagamos o seu contributo para o desenvolvimento económico e social de pequenas comunidades.

 

Ora se pegarmos no exemplo da lampreia e destes festivais, teremos que referenciar os homens que, de madrugada vão lançar as redes ao rio na esperança de sair alguma. Aqueles que, vivendo no fio da navalha, encontram nestas espécies uma tábua de salvação para os magros orçamentos. Que respostas terá para dar, o dono de um restaurante que adquire a lampreia a estes homens, se um agente da ASAE, cumprindo escrupulosamente os regulamentos da União Europeia, que o Governo português não regulamentou, lhe perguntar pelas guias, pelo controle disto e daquilo, pelos 300 documentos que teriam que acompanhar um simples ciclóstomo? Perdão, o Governo até regulamentou, mas apenas nos aspectos das sanções a aplicar, acriticamente, sem acautelar as especificidades regionais.

 

Não está aqui em causa a necessidade de salvaguardar aspectos essenciais da higiene e segurança alimentar. Mas convenhamos que a inoperância de quem, ao serviço dos grandes interesses agro-alimentares, não previu as excepções para os produtos tradicionais, e o excesso de zelo de quem aplica a lei a régua e esquadra, põem em causa a sobrevivência destas tradições e das próprias comunidades.

 

João Frazão escreve no JN, semanalmente, ao sábado

jfrazao@pcp.pt

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Sábado, 23 de Fevereiro de 2008

Casa do Benfica: “Trilhos da Barragem da Aguieira – Entre Moendas e os Moinhos”,

Foto: http://www.alvapropertyrentals.com/

 Amantes do todo-o-terreno à descoberta de Penacova     

A pensar nos amantes do todo-o-terreno e naqueles que gostam de privilegiar o contacto com a natureza, sem pressas mas ainda assim colocando à prova a capacidade das suas máquinas e a sua destreza enquanto pilotos, a Casa do Benfica em Penacova leva a cabo no próximo domingo, dia 24, o 2.º Passeio Turístico TT, uma prova vocacionada para jipes, quads e motos, que vai levar os participantes à descoberta do concelho de Penacova e das suas paisagens ímpares.

Sob o mote “Trilhos da Barragem da Aguieira – Entre Moendas e os Moinhos”, a segunda edição do passeio todo-o-terreno organizado pela Casa do Benfica em Penacova decorre no próximo domingo em trilhos das freguesias de Friúmes, São Paio do Mondego, São Pedro de Alva e Travanca do Mondego, localidades cujos encantos naturais são apenas um dos motivos de interesse.

Pelo segundo ano consecutivo, embora a dinamização do passeio turístico esteja a cargo da representação benfiquista em Penacova, José Laurindo, elemento da organização, afirmou ao nosso Jornal que o objectivo do evento passa por “dinamizar o convívio entre os amantes do todo-o-terreno sem olhar a «clubismos», fazendo aquilo que por vezes não se faz nos estádios”. Como facilmente se perceberá, o que está em causa nesta iniciativa – o que une todos os participantes – é o interesse comum no todo-o-terreno e no contacto com a natureza e não a preferência futebolística de cada um.

Com a experiência adquirida na primeira edição, para além do passeio florestal e dos percursos alternativos a pensar nos menos aventureiros, a organização aposta este ano na inclusão de três pistas de obstáculos localizadas na Ribeira Pesqueira, Travanca do Mondego e Serra da Atalhada, motivo de interesse acrescido sobretudo para os participantes mais destemido.

Assegurada a presença de aproximadamente 150 participantes, número máximo admitido pela organização, o 2.º Passeio Turístico TT levado a cabo pela Casa do Benfica em Penacova tem recepção aos participantes agendada para as 08h00, na Junta de Freguesia de São Pedro de Alva, onde funcionará todo o secretariado, o processo de inscrição, a entrega de brindes de participação e, muito importante para quem se vai aventurar na natureza, onde será servido o pequeno almoço, a primeira reserva de energias para um dia que se adivinha exigente.

A pista de obstáculos localizada na Ribeira Pesqueira, novidade no evento, marca o início do passeio, a partir das 10h00, seguindo depois o percurso até à freguesia de São Paio do Mondego, onde por volta das 11h30 é servido um aperitivo. Por volta das 13h00, já em Travanca do Mondego, os participantes têm à sua espera o almoço, que antecede a segunda pista de obstáculos.

 

Por entre trilhos de maior ou menor complexidade, onde a beleza das paisagens se afigura como nota dominante, o passeio turístico passa ainda pela freguesia de Friúmes, culminando na Serra da Atalhada, onde a última pista de obstáculos promete dar que fazer até à hora do jantar, previsto para as 18h30 no complexo Turístico da Serra da Atalhada.

Para além de contar com o apoio do Município de Penacova, das juntas de freguesia de Friúmes, São Pedro de Alva, São Paio do Mondego, Travanca do Mondego e ainda dos Bombeiros Voluntários de Penacova, a prova levada a cabo pela Casa do Benfica beneficia ainda do patrocínio das empresas Crisogás, Alves Bandeira, Neves Bandeira, Alfacar, Maquimesquita, Construções Arsénio Rodrigues & Filho, Lda e Jolara Publicidade.

 Actividade em várias áreas

 Apesar da construção de uma nova sede ser actualmente o maior projecto que a Casa do Benfica de Penacova tem em mãos, a colectividade promove habitualmente outras acções, designadamente, o passeio turístico todo-o-terreno, mas também provas de cicloturismo, torneios de sueca, viagens para assistir aos jogos do Benfica e representações em feiras com venda de produtos próprios.

Geraldo Barros , Campeão das Províncias

20-Fev-2008 

 

 

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Bombeiros de Penacova - 78º aniversário

 

 Os Bombeiros Voluntários de Penacova celebram por estes dias 78 anos de existência com uma obra inquestionável, não apenas no âmbito do socorro a sinistros de vária ordem, mas também como pólo de formação, educação e cultura.

 

 

Imagens: http://www.bombeirospenacova.pt/

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V Capítulo da Confraria da Lampreia

Do artigo do DIÁRIO AS BEIRAS , transcrito no post anterior, destacamos :


Perto de meia centena de confrarias vão "colorir", sábado, as ruas centrais da vila de Penacova...

 

... A partir das 10H00, juntam-se na câmara para integrarem mais um Capítulo – o quinto – da Confraria da Lampreia. Depois de uma recepção pelo presidente, os grupos seguem para o hotel onde se irá realizar uma outra recepção acompanhada de um pequeno beberete. Segue-se o desfile pelas ruas da vida numa cerimónia que este ano vai contar com um maior empenho por parte da população local. Das arcas sairão as colchas, guardadas para cerimónias especiais, e que serão estendidas nas janelas e varandas de onde serão lançados papéis coloridos.
Cá em baixo, nas ruas, os elementos das confrarias irão distribuir rosas brancas e azuis a todas as mulheres que sábado escolherem Penacova para descobrirem o valor das tradições portuguesas.
Terminado o desfile, as confrarias e os seus convidados seguirão para a Quinta da Nora (em Miro) para o repasto.
"A Confraria da Lampreia de Penacova já participou em mais de 80 capítulos", começou por dizer Manuel Flórido, sublinhando que "é a primeira vez que o capítulo se integra no fim-de-semana da lampreia". Uma iniciativa aplaudida por todos os intervenientes, uma vez que se trata de "juntar sinergias na promoção de uma das mais importantes riquezas do concelho de Penacova".
Manuel Flórido sublinhou o facto de a Confraria ser um trabalho voluntário – "e muitas vezes nem toda a gente o faz" – para explicar o andamento às vezes lento de muitos dos projectos que vão abraçando. Um deles é, por exemplo, o processo de geminação com a Confraria francesa onde existem "as pessoas que mais conhecem a lampreia". "Acredito que durante o ano de 2009 seja possível concretizar esse processo de geminação que muito conhecimento nos vai garantir", afirmou.
Mas segundo Manuel Flórido, a actividade da Confraria da Lampreia não se reduz à realização dos capítulos. De entre outros projectos, o confrade-mor destacou a petição que foi entregue à Assembleia da República e que permitiu que o caso da escada de peixe no Açude-Ponte fosse discutida ao mais alto nível e que tenha resultado numa recomendação ao Governo.
"Mas não está esgotada a nossa luta em relação à construção da escada de peixe. Se for necessário, ainda que em último recurso, a confraria avançará com uma acção contra o Estado por delapidação do património piscícola", admitiu. "E não é porque está em causa a confraria, é sim porque a lampreia corre o risco de se extinguir no rio Mondego e, muito em especial, no concelho de Penacova onde este prato é confeccionado de forma muito própria", reforçou.
Mas, nem só com a lampreia se preocupa a confraria. Tratando-se de um concelho onde se cozinha muito bem, e onde há outros pratos marcados pela tradição, a confraria defende a sua divulgação como forma de cativar mais visitantes. E exemplos há muitos: o arroz de míscaros, o arroz malandro, os doces, etc.


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Lampreia e Penacova nas bocas do mundo...

 

 O Fim - de - Semana

 da Lampreia ,

 além de trazer

 muitos

 visitantes a    Penacova,

 traz também às páginas dos

 jornais e, por vezes,

 aos écrans de televisão, notícias de Penacova,

  notícias da sua Confraria da Lampreia, notícias da sua gastronomia e cultura...

 

Hoje e amanhã decorre este importante evento.

 

Dos jornais DIÁRIO AS BEIRAS, DIÁRIO DE COIMBRA E CAMPEÃO DAS PROVÍNCIAS, transcrevemos :

 

 

 

Gastronomia é alavanca para a revitalização de Penacova     

É impossível falar do concelho de Penacova sem que se dê o devido destaque à lampreia à moda das suas gentes. Ex-libris e manifestação última da tradição gastronómica aliada à história e ao património cultural de um povo e de uma região, o afamado ciclóstomo é pretexto para o XI Fim-de-Semana da Lampreia, certame que, a partir de amanhã e até ao próximo domingo promete colocar Penacova no roteiro de muita gente que se move pelos prazeres da boa mesa.

Dizem os apreciadores – e o palato dos mesmos – que o ciclóstomo não tem rival à altura. Confiando que quem gosta não dispensará mais uma oportunidade de (a)provar a iguaria e que quem (ainda) não aprecia pode sempre aprender a gostar, o Município de Penacova reitera a aposta na lampreia confeccionada nos moldes da gastronomia local para dar mais visibilidade ao concelho enquanto destino turístico e, simultaneamente, contribuir para dinamizar o tecido empresarial ligado aos sectores da restauração e hotelaria.

Considerada iguaria fina – estatuto aliás confirmado pelo preço elevado a que é normalmente comercializada – a lampreia à moda de Penacova é uma especialidade gastronómica que todos os anos atrai comensais oriundos dos mais variados pontos do país. O sucesso está patente, desde logo, pelo número de visitantes que têm vindo a ser registados, sucessivamente, desde a primeira edição. Em 2007, aquando da X Semana da Lampreia, ao longo dos três dias em que decorreu o certame, estiveram presentes nos restaurantes de Penacova mais de 7.000 comensais. Com expectativa renovada, a organização acredita que este é um número que pode ser superado nos próximos dias.

Edição após edição, há mais de uma década que milhares de apreciadores da cozinha tradicional aguardam com expectativa o fim-de-semana que o Município de Penacova dedica à boa mesa, com uma ementa onde também primam os doces conventuais mas onde a lampreia assume, por direito próprio, o lugar de destaque.

Parte essencial – se não imprescindível – na realização do XI Fim-de-semana da Lampreia, os empresários da restauração e hotelaria têm mostrado estar à altura do desafio lançado pela autarquia. Este ano, o Município conta com a colaboração de treze restaurantes espalhados pelo concelho, designadamente, o Boa Viagem (em Porto da Raiva), Casimiro (Silveirinho), Cortiço (Cavadinha), Côta (Azenha do Rio), Mondego (Porto da Raiva), Panorâmico (Penacova), Piscinas de Penacova (Penacova), Pensão Avenida (Penacova), Relvão (Relvão), Portas da Serra (Espinheira), C. T. Serra da Atalhada (Serra da Atalhada) e Primavera (Vila Nova), locais onde a lampreia é “rainha e senhora” na cozinha, nas ementas e no prato.

Reiterando a “aposta do Município na promoção do concelho de Penacova ao nível do turismo, divulgando a sua gastronomia, as sua belezas naturais e o património histórico-cultural”, Maurício Marques, presidente da Câmara Municipal garante que o resultado de uma década de promoção em torno do Fim-de-Semana da Lampreia pode ser constatado nos “milhares de pessoas que se deslocam a Penacova para degustar o saboroso prato”.

Para o edil, o sucesso do certame “pode avaliar-se quer pelo número crescente de visitantes quer pela adesão dos restaurantes do concelho, que têm vindo a apostar cada vez mais na sua própria renovação e na qualidade”. Nesse sentido, prestes a cumprir aquela que será a décima edição, para além do impacto imediato que esta iniciativa gera no concelho, contribuindo para afirmar e divulgar Penacova enquanto destino turístico, Maurício Marques destaca “a revitalização do tecido empresarial associado aos sectores da restauração e hotelaria, a par da recuperação das tradições, designadamente, a doçaria conventual”. O esforço do Município passa ainda por divulgar um conjunto de iniciativas que têm vindo a ser implementadas e que têm como objectivo potenciar as unidades de hotelaria do concelho, promover a recuperação de casas para turismo rural e, simultaneamente, tornar do conhecimento dos portugueses as magnificas paisagens naturais proporcionadas pelo vale do rio Mondego. É desta forma que, a partir de amanhã e até domingo, Penacova convida desfrutar da paisagens através dos seus miradouros, a conhecer e adquirir o artesanato local, a visitar os monumentos do concelho ou, muito simplesmente, fazer a delícia de quem a visita para provar a lampreia e saborear a doçaria conventual.

 

Escada de peixe Mondego continua em falta

Há mais de uma década que o Município de Penacova, a Confraria da Lampreia e todos aqueles que apreciam o ciclóstomo defendem a construção de uma escada de peixe na açude-ponte, em Coimbra, uma vez que a inexistência de um corredor impede que a lampreia suba o rio para desovar no seu habitat natural, em Penacova.

Numa acção conjunta, a autarquia, a confraria e a Associação do Mondego e Afluentes fizeram chegar à Assembleia da República (AR) uma petição com mais de 4.500 assinaturas, alertando para este problema. O assunto foi discutido no ano passado e embora o resultado tenha sido uma recomendação unânime para que o Governo avance com a obra, incluindo-a em PIDAC, até à data nada foi feito.

“A manter-se esta situação, vamos assistir à extinção da lampreia daqui a poucos anos e o Estado é o culpado dessa situação”, alerta Estácio Flórido, confrade-mor da Confraria Gastronómica da Lampreia de Penacova. Com a obra da escada de peixe a ser sucessivamente adiada, a esperança de que se torne uma realidade nos próximos tempos é cada vez menor.

Depois da posição inequívoca da AR que, até à data, se revelou infrutífera, Estácio Flórido revelou ao nosso Jornal que, caso não surjam desenvolvimentos nos próximos meses, não restará outra alternativa senão recorrer à via judicial “para fazer com que o Estado concretize aquilo que anda a adiar há anos por falta de vontade política”, interpondo uma acção judicial contra o Estado português por delapidação do património piscícola.

Apesar de “solidário” com a acção da Confraria da Lampreia e com todos os esforços que visem desbloquear a problemática associada à barreira do açude-ponte, Maurício Marques admite que o recurso aos tribunais, no caso do Município de Penacova, teria sempre de passar por uma posição acordada com a Câmara de Coimbra, uma vez que é nesta cidade que está localizada obra.

Anseio das populações há várias décadas e visto como uma necessidade cada vez mais urgente por aqueles que estimam e pretendem a preservação da lampreia e outras espécies piscícolas do Mondego, a escada do peixe do açude ponte tem projecto elaborado e já monitorizado pelo Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC). Ainda assim a obra ainda não passou do papel. Maurício Marques admite que “para além das dificuldades financeiras que todos reconhecem, também tem faltado vontade política para dar corpo a este projecto”.

 

Animação na zona histórica da vila e no Mosteiro do Lorvão -Propostas de lazer vão além do apelo gastronómico

Embora o festival gastronómico associado à lampreia se afigure como a principal razão para visitar Penacova nos próximos dias, há outros motivos que justificam e convidam à descoberta deste concelho da região Centro.

Consciente de que o apelo gastronómico – leia-se, a lampreia no prato – poderá não bastar para convencer toda a família a visitar Penacova, no sábado e no domingo, o Município preparou no centro histórico da vila uma mostra de produtos tradicionais animada por uma feira à moda antiga e uma rota de sabores e saberes que pretende divulgar a doçaria conventual, o artesanato e os produtos endógenos da região.

Constituindo um feliz casamento de eventos, este ano o XI Fim-de-Semana da Lampreia coincide, no sábado, quer com a realização do V Capítulo da Confraria da Lampreia de Penacova quer com a jornada das Montarias do Centro, acção que a Região de Turismo do Centro promove na freguesia de S. Pedro de Alva, mais concretamente, na mancha do Lagar do Meio.

A um diversificado cartaz que, de forma bem convincente, faz a apologia do que de melhor o concelho de Penacova tem para oferecer aos visitantes, convém ainda mencionar a recriação de uma feira à moda antiga (com recriação histórica do séc. XIX) e os espectáculos musicais que decorrem ao longo do fim-de-semana na Pérgola Raúl Lino, com a participação do Rancho Folclórico de Penacova e do Rancho Típico de Miro “Os Barqueiros do Mondego”; e ainda o concerto que a Orquestra de Sopros do Conservatório de Música de Coimbra irá dar no Mosteiro do Lorvão, no domingo ao fim da tarde.

Geraldo Barros    

Campeão das Províncias, 20-Fev-2008 

 

PENACOVA - Fim-de-semana cheio de saberes e sabores para descobrir

 Lampreia... para mais de sete mil visitantes

 Lampreia, doces conventuais, a rota dos saberes e dos sabores e o V Capítulo da Confraria são os pratos principais da ementa a servir no fim-de-semana, em Penacova.

São 13 os restaurantes aderentes ao fim-de-semana da lampreia, em Penacova. Uma iniciativa da câmara de promoção cultural e turística que aposta, fundamentalmente, na gastronomia e, dentro desta, na divulgação da lampreia e dos doces conventuais. É claro que a "rainha" da mesa vai ser a lampreia a 20 euros. Mas quem não gostar pode ir na mesma pois encontrará muitos outros sabores – tradicionais ou não – para saborear... e para voltar. Até porque, durante o fim-de--semana serão sorteadas refeições e um fim-de-semana para um casal em cada um dos restaurantes aderentes.

Maurício Marques é um autarca confiante no sucesso. Reconhecendo que o fim--de-semana da lampreia já ocupa um espaço próprio dentro dos eventos regionais e nacionais de promoção da gastronomia, o presidente da Câmara de Penacova admitiu que são esperados cerca de sete mil visitantes durante os dois dias. Apreciadores de lampreia, sem dúvida, mas também verdadeiros "amantes" das belas paisagens, de bons vinhos, de deliciosos doces e de produtos artesanais que perpetuam a ligação da vila ao Mondego. Exemplos que podem ser admirados e adquiridos durante estes dois dias, quer nos estabelecimentos locais que vão estar de portas abertas, quer na rota Saberes & Sabores que vai funcionar também durante o fim-de-semana.

De acordo com Pedro Carpinteiro, trata-se de uma iniciativa que pretende dar mais animação às ruas comerciais do centro da vila por onde vai passar o desfile da Confraria da Lampreia.

"No âmbito de uma candidatura que tem a ver com o Urbcom, lançámos o repto aos comerciantes instalados nas ruas do centro onde se concentra maior densidade de lojas para que mantivessem as suas portas abertas e contribuíssem para o sucesso da iniciativa", explicou, adiantando que a resposta foi bastante positiva. A autarquia também quis dar um (bom) exemplo e decidiu colocar algumas barraquinhas em vários locais estratégicos promovendo o artesanato ligado ao rio, em particular, os produtos feitos em madeira... mas não só.

"Procuramos criar uma área territorial onde haja animação própria para acolher a beleza do desfile da Confraria da Lampreia", reforçou, destacando a actuação dos ranchos folclóricos e de pequenas encenações ao longo das ruas sobre lendas e histórias de Penacova.

E quem quiser partir à descoberta da vila e do concelho de Penacova pode informar-se antes de sair de casa através do endereço www.maispenacova.com.

Ainda no âmbito da candidatura ao Urbcom, Pedro Carpinteiro apontou a preocupação da autarquia na elaboração de uma ementa que pode ser utilizada por todos os restaurantes do concelho e durante todo o ano.

"Sem dúvida, um sinal de afirmação de modernidade e de qualidade no concelho", reforçou, a propósito, Maurício Marques.

 

Arroz...só do Baixo Mondego

 Mas não há lampreia sem arroz e por isso é que na conferência – seguida de almoço – de apresentação do fim-de-semana, marcou presença Carlos Laranjeira, o senhor do arroz do Baixo do Mondego e João Vieira (representante da Saludães).

Interessado em colocar à mesa de todos os portugueses, e muito em especial os da região Centro, o arroz do Baixo Mondego, Carlos Laranjeira confessou que "com escada ou sem escada no Açude-Ponte, a lampreia de Penacova é da melhor que há". "Eu vi, o cuidado com que os restaurantes de Penacova tratam a lampreia fazendo-a passar o martírio que ela vivia no tempo em que conseguia subir o rio até acima de Penacova", contou, adiantando que o Vale do Mondego tem a "obrigação" de levar bom arroz até aos concelhos que lhe deram o "bom alavião".

É verdade que, um número significativo de jovens leitores não saberão do que Carlos Laranjeira fala, tal como não sabem das riquezas e do valor do campo. Para inverter essa situação, a Associação dos Agricultores do Vale do Mondego decidiu lançar um desafio às câmaras da região no sentido de permitirem que as crianças dos seus concelhos possam partir à descoberta do mundo rural. Para isso, basta que as autarquias cedam os autocarros.

Embalado pelo entusiasmo que lhe é característico – em especial quando se fala de arroz... e do Vale do Mondego – Carlos Laranjeira ofereceu a Maurício Marques livros "Sabores e saberes do arroz do Baixo Mondego" e "As aventuras de um bago de arroz" para que as crianças da serra... conheçam a riqueza do vale.

E mais. Inspirado pelo desafio da vice-presidente da Confraria da Lampreia feito à autarquia para que faça um filme sobre as gentes, as tradições, as belezas, as riqueza, as águas e o capítulo da confraria, Carlos Laranjeira prometeu fazer um filme – de novo com o apoio da Saludães – sobre a cultura do arroz para que possa circular pelas histórias.

 Confraria da Lampreia

 Perto de meia centena de confrarias vão "colorir", sábado, as ruas centrais da vila de Penacova. A partir das 10H00, juntam-se na câmara para integrarem mais um Capítulo – o quinto – da Confraria da Lampreia. Depois de uma recepção pelo presidente, os grupos seguem para o hotel onde se irá realizar uma outra recepção acompanhada de um pequeno beberete. Segue-se o desfile pelas ruas da vida numa cerimónia que este ano vai contar com um maior empenho por parte da população local. Das arcas sairão as colchas, guardadas para cerimónias especiais, e que serão estendidas nas janelas e varandas de onde serão lançados papéis coloridos.

Cá em baixo, nas ruas, os elementos das confrarias irão distribuir rosas brancas e azuis a todas as mulheres que sábado escolherem Penacova para descobrirem o valor das tradições portuguesas.

Terminado o desfile, as confrarias e os seus convidados seguirão para a Quinta da Nora (em Miro) para o repasto.

"A Confraria da Lampreia de Penacova já participou em mais de 80 capítulos", começou por dizer Manuel Flórido, sublinhando que "é a primeira vez que o capítulo se integra no fim-de-semana da lampreia". Uma iniciativa aplaudida por todos os intervenientes, uma vez que se trata de "juntar sinergias na promoção de uma das mais importantes riquezas do concelho de Penacova".

Manuel Flórido sublinhou o facto de a Confraria ser um trabalho voluntário – "e muitas vezes nem toda a gente o faz" – para explicar o andamento às vezes lento de muitos dos projectos que vão abraçando. Um deles é, por exemplo, o processo de geminação com a Confraria francesa onde existem "as pessoas que mais conhecem a lampreia". "Acredito que durante o ano de 2009 seja possível concretizar esse processo de geminação que muito conhecimento nos vai garantir", afirmou.

Mas segundo Manuel Flórido, a actividade da Confraria da Lampreia não se reduz à realização dos capítulos. De entre outros projectos, o confrade-mor destacou a petição que foi entregue à Assembleia da República e que permitiu que o caso da escada de peixe no Açude-Ponte fosse discutida ao mais alto nível e que tenha resultado numa recomendação ao Governo.

"Mas não está esgotada a nossa luta em relação à construção da escada de peixe. Se for necessário, ainda que em último recurso, a confraria avançará com uma acção contra o Estado por delapidação do património piscícola", admitiu. "E não é porque está em causa a confraria, é sim porque a lampreia corre o risco de se extinguir no rio Mondego e, muito em especial, no concelho de Penacova onde este prato é confeccionado de forma muito própria", reforçou.

Mas, nem só com a lampreia se preocupa a confraria. Tratando-se de um concelho onde se cozinha muito bem, e onde há outros pratos marcados pela tradição, a confraria defende a sua divulgação como forma de cativar mais visitantes. E exemplos há muitos: o arroz de míscaros, o arroz malandro, os doces, etc.

 Eduarda Macário

http://www.asbeiras.pt/?area=coimbra&numero=55983&ed=21022008

 

Penacova espera sete mil visitantes

O sucesso há muito tem sido uma constante no Fim-de-semana da Lampreia de Penacova. Por isso desta vez não será excepção, com a autarquia a esperar a presença de sete mil visitantes em três dias

Sete mil visitantes em três dias. Esta é a meta da Câmara Municipal de Penacova para o Fim-de-semana da Lampreia que hoje começa. Nos 13 restaurantes aderentes são, pois, esperados milhares de visitantes para comer arroz de lampreia e não só. É que o certame pretende, para além de promover um dos pratos gastronómicos de excelência do concelho, dar a conhecer as suas paisagens e o seu artesanato, funcionando como veículo de promoção cultural e turístico do concelho.

Na sua 11.ª edição, esta é, há muito, uma «iniciativa de sucesso», garante o presidente da autarquia. E atendendo aos milhares de pessoas que nesta época se deslocam ao concelho, de Norte a Sul do país, propositadamente para degustar o arroz de lampreia «podemos dizer, com alguma plenitude, que Penacova é a capital da lampreia», afirma ainda Maurício Marques.

Ícone da cozinha de Penacova, o arroz de lampreia é o prato que se tem vindo a promover, mas a ele surgem agregadas outras iguarias, como sejam os doces de origem conventual – as nevadas de Penacova e os pastéis de Lorvão – que a autarquia oferece a todos os comensais. «Este fim-de-semana permitiu também que Penacova pudesse recuperar a sua doçaria conventual», diz o autarca, lembrando que estas iguarias doces estavam «praticamente perdidas», mas hoje já há empresas e particulares a afirmarem-se na sua produção. «Em Penacova poucos eram os que conheciam o pastel de Lorvão. Muito pouca gente o sabia fazer», afirma ainda, congratulando-se de actualmente já existirem pastelarias de Penacova «e até de fora» a produzirem os doces que tiveram origem no Mosteiro de Lorvão.

Arroz do Vale do Mondego

Por outro lado, Maurício Marques destaca ainda o «empurrão» que o Fim-de-semana da Lampreia deu àquela que é hoje uma grande empresa do concelho – a Águas de Penacova – que desde a sua existência passou a ser oferta a todos os que participam no evento.

E como já tem sido hábito desde há algumas edições, o arroz carolino do Vale do Mondego volta a ser presença forte nos restaurantes aderentes, através de uma parceria estabelecida com a Associação de Agricultores do Vale do Mondego e com a Saludães. Carlos Laranjeira, presidente da associação, diz, a propósito desta parceria, que os agricultores do Vale do Mondego estarão sempre disponíveis para fornecer «o bom arroz» para um certame onde «há boa lampreia» e «bons cozinheiros».

Com uma ementa composta por produtos regionais, que vão da lampreia, ao arroz, passando pelos doces, o presidente da Câmara de Penacova sublinha o facto de Penacova oferecer «um prato genuinamente português». Um prato que, reafirma, «é genuinamente nosso».

Por estes dias a lampreia vai ser vendida a um preço especial, bem mais acessível que na restante época, sendo de 60 euros a lampreia inteira e 20 euros a dose. Cada participante é depois convidado a preencher um cupão para o sorteio de uma refeição para duas pessoas por cada restaurante e um fim-de-semana numa unidade de alojamento do concelho entre os participantes de todos os restaurantes. Para além disso, e à semelhança da última edição, a autarquia contou com a participação das crianças das escolas do concelho que, no âmbito das actividades de enriquecimento curricular, elaboraram algumas lembranças que serão oferecidas nos restaurantes.

Saberes e sabores no centro histórico

Uma mostra de produtos tradicionais vai dar, durante este fim-de-semana, uma outra dinâmica a Penacova. A festa, desta vez, faz-se não só nos restaurantes, mas um pouco por todo o centro histórico da vila, com a realização, amanhã e domingo, da “Rota Saberes & Sabores”. As barraquinhas, distribuídas entre a Pérgula Raul Lino e o Largo de São João, vão dar a conhecer o que de melhor se faz no concelho em termos de artes e ofícios de outros tempos. «Permite que todos os visitantes fiquem a conhecer todo um conjunto de produtos tradicionais», explica o vereador Pedro Carpinteiro.

A par da “Rota Saberes & Sabores” vai realizar-se também uma Feira à Moda Antiga, com uma recriação histórica do século XIX e animação garantida por alguns ranchos folclóricos do concelho. Ainda nesta zona histórica da vila, os comerciantes vão ter os seus estabelecimentos comerciais a funcionar em horário alargado, no âmbito de uma candidatura ao programa Urbcom.

Em suma, são iniciativas novas e paralelas ao Fim-de-semana da Lampreia que pretendem «dar uma outra dinâmica» ao centro histórico da vila, sublinha o vereador.

Ementa comum

A grande novidade este ano do Fim-de-semana da Lampreia reside na ementa. Não no seu conteúdo, mas no seu aspecto físico. É que a autarquia, apostada em dotar os restaurantes de cada vez melhores condições, está a introduzir pequenas melhorias a pouco e pouco. Primeiramente foi a loiça, igual em todos os restaurantes e identificativa do município; agora é a vez de todas as unidades de restauração apresentarem uma ementa igual, em tons de azul, a cor do município, e onde constam, para além dos pratos, vinhos e sobremesas de cada estabelecimento, todo um conjunto de informações, desde os pontos turísticos de maior interesse aos eventos que anualmente se realizam no concelho.

«As casas (restaurantes) foram melhorando os espaços físicos e atendimento, mas hoje precisamos de uma outra imagem para atrair mais visitantes», justifica o vereador Pedro Carpinteiro, afirmando que a nova ementa permite uma «imagem comum» em todos os restaurantes, com a informação a ser disponibilizada em português e inglês. «É uma imagem atractiva e capaz de trazer ainda mais pessoas a Penacova», afirma.

 DIÁRIO DE COIMBRA

Foto: Campeão das Províncias

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Quinta-feira, 21 de Fevereiro de 2008

XI FIM-DE-SEMANA DA LAMPREIA

O Fim-de-Semana da Lampreia conta com a participação de 13 restaurantes: Boa Viagem; C.T. Serra da Atalhada; Côta; Leitão do Aires; Marisqueira Piscinas Penacova; Mondego; O Casimiro; O Cortiço; Panorâmico; Pensão Avenida; Portas da Serra; Primavera e Relvão.

 

V Capítulo da Confraria da Chanfana

Feira à Moda Antiga

Mostra de Produtos Tradicionais

Visite Penacova!

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Terça-feira, 19 de Fevereiro de 2008

2º passeio turístico Todo Terreno

Vai realizar-se o 2º PASSEIO TURÍSTICO TT, já no próximo dia 24 de Fevereiro, iniciativa da Casa do Benfica.

com o apoio das Juntas de Freguesias de Friúmes, São Paio de Mondego, São Pedro d’Alva e Travanca do Mondego com o apoio do Município de Penacova.

 

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EB 2,3 de S. Pedro de Alva

 

O Clube de Jornalismo visitou o DIÁRIO AS BEIRAS, acompanhados pelos professores António José Calhau, Ana Paula Gaspar e Paula Pires.

 

O Alvinho é o título do jornal que esta equipa publica regularmente. Aguardamos noticias...

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Sportinguistas em festa

  

 

O Núcleo Sportinguista do concelho de Penacova juntou, este fim-de-semana, mais de duas centenas de leões e aproveitou para homenagear, entre outros, Sá Pinto e Dias Ferreira. Foi de festa o domingo em Penacova. Sobretudo para os adeptos locais do Sporting, que não quiseram faltar à chamada. Afinal, o Núcleo Sportinguista da localidade festejava 15 anos de vida e esse era o maior pretexto para conviver entre “leões”. Para o final da manhã, estava marcada uma recepção no Salão Nobre da Câmara Municipal de Penacova, cerimónia que não contou ainda com o ex-futebolista internacional Sá Pinto, que só se juntou mais tarde à festa, já no Restaurante “Quinta da Nora”, no Miro. Na câmara, o vereador de desporto Pedro Carpinteiro apadrinhou o momento, na ausência do presidente Maurício Marques. Carpinteiro exaltou “as várias iniciativas do núcleo”, deixando agradecimentos aos convidados presentes. Entre esses convidados, destaque para aqueles que marcaram presença com o intuito de serem homenageados pelo núcleo com os prémios “Barca Serrana 2008”. Destaques para o atleta Rui Silva e o guarda-redes de futsal João Benedito, que foram galardoados, embora não tenham estado em Penacova. O núcleo decidiu ainda homenagear o ex-ponta-de-lança da selecção nacional e do Sporting, Sá Pinto, e Ernesto Figueiredo, um dos “craques” que venceu a já longínqua Taça das Taças. A lista de homenageados completou-se com o ilustre advogado Dias Ferreira, que se mostrou satisfeito por “regressar a um concelho” que lhe “diz muito”. “É sempre agradável vir a esta zona do país”, acrescentou Dias Ferreira. Por parte do Sporting, a comitiva que viajou de Lisboa para marcar presença em Penacova foi liderada por Meneses Rodrigues, vice-presidente do concelho directivo leonino. “É uma honra ser recebido em casa dos penacovenses. É tempo ainda de agradecer o apoio da autarquia ao núcleo sportinguista de Penacova”, começou o dizer o dirigente. Depois, e porque a casa-mãe acompanha a vida desportiva dos vários concelhos, Meneses Rodrigues desejou felicidades ao mandato de Pedro Carpinteiro como vereador do desporto: “desejo-lhe o melhor mandato, de modo a tornar as pessoas do concelho mais felizes”. Tiago Almeida, DIARIO AS BEIRAS

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Terça-feira, 12 de Fevereiro de 2008

Penacova - Capital da Lampreia 1998-2008

A ediçao de 2008 anunciada na cidade de Coimbra.

 

 

A Câmara Municipal organiza todos os anos um fim de semana de promoção cultural e turístico virado essencialmente para a gastronomia, promovendo a lampreia.

Uma vez que Penacova é considerada a “Capital da Lampreia”, esta iniciativa tem como objectivo divulgar ainda mais este prato, tornando-o financeiramente mais acessível. Este evento conta com o apoio de restaurantes do concelho, que neste período vão fazer um preço especial a quem desejar comer o tão famoso prato gastronómico. A cargo da autarquia ficará a sobremesa, constituída pelos doces conventuais, as deliciosas nevadas e pasteis de Lorvão.

Os meses de Fevereiro, Março e princípios de Abril fazem parte das memórias das gentes de Penacova. Durante os (quase) três meses, a lampreia chamava muitos visitantes ao concelho. Uns iam saborear o prato às mesas dos pequenos restaurantes à beira da estrada. Outros iam para comprar. E não eram poucos os que desciam até à beira do Mondego para escolher as lampreias que se mantinham vivas em caixas de madeira.

Capital da Lampreia desde 1998

Para promover a lampreia, Penacova denominou-se em 1998 "Capital da Lampreia", com a criação do fim-de-semana da Lampreia. Começou com 6 restaurantes colaboradores, neste momento conta com 9 e com cerca de 5000 visitantes. A autarquia pretende com este evento: promover a cultura e o turismo deste concelho através das suas especialidades gastronómicas; manter viva uma das especialidades gastronómicas mais conhecidas deste concelho e da região e que traz a Penacova muita gente, aliando um passeio inolvidável a sabores requintados dos pratos baseados neste saboroso ciclóstomo; alertar para o perigo de extinção desta espécie típica do rio Mondego; divulgar o artesanato do concelho e a doçaria conventual.

  in: http://www.cm-penacova.pt/fimsemana_lampreia.htm

 

  LAMPREIA   

 Família -Ciclóstomo ou Ágnata

       Ordem -Petromízontiformes

 Características gerais:

 Pele sem escamas, escura no dorso com manchas anegradas, e esbranquiçada na face ventral. Mede cerca de 60 cm. Tem três barbatanas impares, duas no dorso e uma na cauda. Tem uma boca em forma de ventosa circular, semelhante a um funil, coberta de dentes corneos, que não comunica com a cavidade nasal.

 Com um aparelho respiratório especial, respira aspirando a água pele boca, expelindo-a através das guelras que desempenham o papel de pulmões. Atrás de cada olho existem sete aberturas em forma de buraco que correspondem às cavidades respiratórias.

 Habitat - Desde o Atlântico Norte até ao Mediterrâneo e aos rios que nele desaguam. Em Portugal, nos rios Minho, Lima, Cávado, Mondego, Tejo e Guadiana.

 Alimentação - Animal carnívoro, alimenta-se dos sucos orgânicos dos peixes, aos quais se agarra com a ventosa bucal. Aplica os "dentes" na vitima e suga-lhe o sangue que constitui a sua principal fonte de alimentação.

 Deslocação - Desloca-se nadando em movimentos ondulatórios, semelhantes ás enguias. Pode subir rochas escarpadas apoiando-se com a boca. Descansa fixando-se nos rochedos ou em objectos flutuantes, barcos e animais aquáticos.

 Reprodução - Quando chega a época, sobem os rios e procuram um local onde a água seja fresca, arejada e de corrente rápida, com o fundo de cascalho e areia; macho e fêmea preparam o lugar, retirando as pedras até a areia ficar a descoberto e finalmente, podem acasalar. Após o ritual de acasalamento, e a postura dos ovos, é necessário protege-los da corrente e do ataque dos inimigos. Removem então a areia que se mistura com os ovos, e estes aderem uns aos outros através de uma substância pegajosa. Infelizmente, esta "história" não tem um final feliz, pois tudo indica que após a reprodução, o casal de ciclóstomos morre. ... Mas não é só agora que esta é considerada um "prato de luxo", .Já durante o Império Romano era ementa destinada aos Patrícios (classe mais alta da sociedade), e D. Luís, rei de França, mandava-as ir de Nantes em barricas cheias de água.

in:

http://www.cm-penacova.pt/fimsemana_lampreia.htm

 


posted by penacovaonline às 00:44
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Domingo, 10 de Fevereiro de 2008

Ainda a visita do Presidente da República

 

 Aceda site da Presidência da República

e reveja fotografias da visita presidencial:

 

http://www.presidencia.pt/?idc=26&idi=12523

 

 

 

 

 

 

 

 

 

posted by penacovaonline às 11:12
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Confrarias Gastronómicas e Báquicas

Do jornal Nova Esperança, a propósito da Confraria da Lampreia e do Fim de Semana da Lampreia:

Ressonân(s)ias

Confrades e confrarias

À semelhança do florescimento das Confrarias, ocorrido na Idade Média, assistimos hoje, no dealbar deste século XXI, a uma proliferação surpreendente de Confrarias Gastronómicas e Báquicas. Agora as suas finalidades não têm cariz profissional, religioso ou assistencial, como outrora. Hoje, a valorização dos nossos pratos tradicionais e dos nossos vinhos de qualidade são a principal razão de ser da sua existência.

Recuperando todo um conjunto de rituais, carregados de simbolismo, como os trajes, as fórmulas de juramento, a realização de capítulos, as confrarias assumem, hoje, um papel importante na dinamização das comunidades locais, atraindo pessoas de outros pontos do país e de além fronteiras, organizando encontros com componentes festivas, através de coloridos desfiles ao longo das ruas das nossas vilas e cidades, onde não faltam as varandas engalanadas com as tradicionais colchas e numeroso público a assistir, não poucas vezes, à passagem de figuras importantes da vida artística, política e até económica. Aliás, sem desprimor pelo meritório papel desta forma de associativismo, diríamos que não há confraria que se preze que não inclua figuras de renome na sua lista de confrades, nem, por outro lado, há político ou candidato a tal, que, a dado momento, não pense em se inscrever numa qualquer confraria, seja ela da Panela ao Lume ou dos Nabos e Companhia. Às finalidades de preservação do património gastronómico, as confrarias juntam, assim,  fins lúdicos e de convívio.

Progressivamente, vão assumindo também um importante papel de sensibilização e de pedagogia, com o envolvimento das comunidades, investigando, ainda mais, o passado, para melhor compreender o presente e preparar o futuro deste mundo rural, futuro que poderá passar, entre outras potencialidades, pelo turismo gastronómico.

Penacova, com a sua Confraria da Lampreia, tem vindo a concretizar muitos destes objectivos, divulgando um prato, que não sendo exclusivo do nosso concelho, é confeccionado dum modo sempre especial, fruto de longos e longos anos de contacto com o Mondego e com os recursos alimentares que este, durante séculos vem oferecendo às gentes que com ele convivem.

De 23 a 25 de Fevereiro teremos, de novo, o Fim de Semana da Lampreia, assumido como importante estratégia de desenvolvimento da gastronomia e da restauração de Penacova.

Confrarias Gastronómicas e Báquicas: uma curiosa forma de associativismo que acima de tudo, entende que a qualidade e a riqueza dos nossos vinhos e das nossas receitas tradicionais merecem ser preservadas e divulgadas.

David Almeida

 

posted by penacovaonline às 09:08
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Onda Jovem do Alva

 

Através do jornal NE tivémos conhecimento deste grupo de jovens de S. Pedro de Alva.

Ana Cristina dos Santos, dá-nos conta da realização de uma Acção de Formação sobre " Utilização de Meios de Primeira Intervenção" que teve lugar no dia 26 de Janeiro, na sede da Junta. A sessão foi orientada pelos Bombeiros de Penacova e teve como objectivo sensibilizar os jovens e comunidade, em geral, para a importância das actuação e atitudes a ter , dum modo consciente e esclarecido, em caso de emergência, até à chegada de socorro especializado.

posted by penacovaonline às 08:50
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Casa do Povo de S. Pedro de Alva

     A Casa do Povo de S. Pedro de Alva, na pessoa do seu presidente, Sr. Alfredo Fonseca, em carta aberta, publicada no jornal Nova Esperança, vem apelar a todos os naturais desta vila, espalhados pelo mundo, que contribuam financeiramente no sentido da conclusão das obras de restauro e ampliação do antigo edifício. Sendo insuficientes os apoios do Estado e da Câmara, bem como de muitos residentes, são ainda necessários cinquenta mil euros. Assim, o apoio dos muitos emigrantes radicados no estrangeiro seria importante neste momento.
posted by penacovaonline às 08:40
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Promover o basquetebol

Para promover o Basquetebol no concelho, a Câmara assinou um  protocolo com a FPB e a Associação de Basquetebol de Coimbra. Pedro Carpinteiro, vereador do Desporto, referiu que este protocolo se insere numa estratégia de desenvolvimento desportivo que se pretende implementar em Penacova. Prevê-se a criação de um Centro de Formação de Basquetebol ( 6 aos 12 anos ) a funcionar em dois pólos: Penacova e S. Pedro de Alva.
posted by penacovaonline às 08:32
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Carnaval em S. Pedro de Alva

 

O agrupamento de Escolas organizou um cortejo de Carnaval que animou

 

as ruas da vila. Toda a comunidade escolar participou e associou-se 

 

também à iniciativa a Fundação Mário da Cunha Brito, com um grupo de idosos.

posted by penacovaonline às 08:25
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Carrinhos de Rolamentos em Chelo

 

No dia 20 de Janeiro, realizou-se uma prova de Carrinhos de Rolamentos, organizada pela Comissão de Festas de Chelo. Cerca de 30 participantes fizeram o percurso Rua Principal-Rua da Escola, perante numerosa assistência. Uma actividade de desporto e recreio que vai ganhando cada vez mais adeptos por esse país fora e também no nosso concelho.

 

A foto recorda-nos os primórdios desta actividade, bem presente nas infâncias de muitos de nós...

posted by penacovaonline às 08:19
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Núcleo Sportinguista-15º aniversário

 

 

O núcleo sportinguista do concelho de Penacova festeja hoje os seus quinze anos de existência, com uma recepção na Câmara Municipal, seguida de visita à sede do Núcleo e de almoço em Miro.

 

Vão ser homenageados com o prémio " Barca Serrana", Dias Ferreira, Ernesto Figueiredo, Sá Pinto, João Benedito e Rui Silva.

posted by penacovaonline às 08:10
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